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Cenário montanhoso de Machu Picchu no Peru.

Onde fica Machu Picchu e por que sua história atrai turistas

Author:

Thiago Camargos Koguchi

Entre os destinos turísticos mais emblemáticos e misteriosos da América do Sul, nenhum se compara à majestade de Machu Picchu. Aninhada no topo de uma montanha nos Andes peruanos, a cidade inca, Patrimônio Mundial da Unesco e uma das maravilhas da modernidade, é um testemunho da engenhosidade e da profunda conexão espiritual de uma civilização que floresceu e desapareceu de forma enigmática. 

Muitos viajantes sonham em conhecer de perto a história de Machu Picchu e os segredos da "Cidade Perdida dos Incas", mas a experiência vai muito além de uma simples visita turística. É uma imersão na cultura e na língua de um povo que deixou um legado arquitetônico e espiritual inigualável. 

Se você está planejando sua próxima grande aventura e deseja se conectar com o passado de uma maneira profunda e transformadora, siga conosco neste artigo para saber tudo sobre o assunto: onde fica Machu Picchu, as curiosidades de sua história e os pontos imperdíveis que a tornam um destino de tirar o fôlego. 

Quais são as curiosidades da história de Machu Picchu?

A história de Machu Picchu é tão fascinante quanto misteriosa, contribuindo imensamente para o seu charme e apelo global. A cidade foi construída no século XV, durante o apogeu do Império Inca, sob o comando do imperador Pachacútec. Sua localização, a cerca de 2.430 metros acima do nível do mar, no topo de uma montanha que domina o vale do Rio Urubamba, não foi escolhida ao acaso. Os incas eram mestres em engenharia e astronomia, e a posição de Machu Picchu reflete uma profunda compreensão da paisagem e do cosmos.

Uma das principais curiosidades reside no seu propósito. Embora a teoria mais aceita seja a de que serviu como um sítio real e um centro religioso, a falta de registros escritos (os incas não tinham um sistema de escrita como o conhecemos) mantém o debate aceso. Outra teoria sugere que era um local cerimonial dedicado ao estudo astronômico.

O que realmente a catapultou para a fama mundial foi o seu "redescobrimento" em 1911 pelo explorador norte-americano Hiram Bingham III. É importante notar que Machu Picchu nunca esteve realmente perdida, pois famílias locais de camponeses já viviam e cultivavam a área. No entanto, foi Bingham quem a apresentou ao mundo acadêmico e ao público internacional, iniciando as escavações e a pesquisa que revelaram a magnitude da obra inca.

A arquitetura é, por si só, uma curiosidade. Os incas utilizavam uma técnica de alvenaria chamada ashlar, onde as pedras são cortadas com tanta precisão que se encaixam perfeitamente sem o uso de argamassa. Isso não só confere uma beleza estética impressionante, mas também uma resistência sísmica notável, essencial em uma região de alta atividade tectônica. 

Além disso, a forma como a cidade foi planejada, com seus setores agrícola e urbano, e a maneira como a água era canalizada por fontes e aquedutos, demonstra um nível de sofisticação tecnológica que ainda hoje impressiona engenheiros e arquitetos.

 

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O que não pode deixar de ver na sua viagem para Machu Picchu?

Para chegar a Machu Picchu, a jornada começa em Cusco, a antiga capital do Império Inca. Localizada a uma altitude de aproximadamente 3.400 metros, essa província serve como porta de entrada. 

Cusco em si é um tesouro cultural, onde a arquitetura colonial espanhola se sobrepõe às fundações incas, criando um fascinante sincretismo cultural e histórico. Passar alguns dias no local é essencial tanto para a aclimatação à altitude quanto para absorver a rica herança que permeia cada rua e praça.

Em relação a Machu Picchu, há pontos específicos que carregam um significado histórico e espiritual profundo e são visitas obrigatórias para qualquer viajante.

Templo do Sol

O Templo do Sol é, sem dúvida, uma das estruturas mais importantes e sagradas de Machu Picchu. Construído com blocos de granito perfeitamente polidos, ele se destaca por sua forma semicircular, a única construção com essa característica no local. Sua função principal era homenagear e realizar oferendas ao deus Sol, ou Inti, a divindade mais importante do panteão inca.

Pedra Intihuatana

A Pedra Intihuatana é talvez o ponto mais místico e enigmático de Machu Picchu. Seu nome, em quéchua, significa "onde se amarra o sol", uma referência direta à sua função como um relógio solar e um observatório astronômico. Esculpida em uma única peça de granito, a pedra possui ângulos que, ao serem iluminados pelo sol, projetam sombras que indicam com precisão os solstícios e equinócios.

Templo do Condor

O Templo do Condor é um exemplo impressionante da arquitetura inca e de sua profunda reverência pela natureza. Na cosmovisão andina, a ave era considerada sagrada e representava o mundo celestial e a comunicação com os deuses e ancestrais. O templo servia como um local de culto e, possivelmente, como um centro de sacrifícios. 

O que você precisa antes de sua viagem

Uma viagem a Machu Picchu exige planejamento e preparação cuidadosa para garantir que a experiência seja inesquecível e livre de contratempos. 

  • Altitude: Cusco está a 3.400 metros e, embora Machu Picchu esteja um pouco mais baixa (2.430 metros), a aclimatação é crucial. Recomenda-se passar pelo menos dois dias em Cusco antes de seguir ao destino final, beber bastante água, evitar bebidas alcoólicas e comidas pesadas, e considerar o uso de chá de coca, um remédio local tradicional para os efeitos da altitude;

  • Ingressos: a entrada para Machu Picchu é limitada e deve ser adquirida com bastante antecedência. Os ingressos são vendidos online pelo site oficial do governo peruano, e a escolha do circuito de visita deve ser feita no momento da compra.

  • Data: a estação seca (maio a setembro) oferece céus azuis, mas é a alta temporada, com maior fluxo de turistas. A estação chuvosa (novembro a março) tem menos visitantes, mas o risco de chuva é maior.

  • Comunicação: embora muitos guias e profissionais do turismo falem inglês, a língua oficial do Peru é o espanhol. Dominar o idioma local não é apenas uma questão de conveniência, mas de respeito e imersão cultural. Falar espanhol permite que você interaja de forma autêntica com os moradores locais, negocie preços, entenda melhor a cultura e a história, e resolva imprevistos com muito mais facilidade.

Prepare seu espanhol

A história de Machu Picchu, com seus mistérios e sua grandiosidade, nos lembra da capacidade humana de criar o extraordinário. No entanto, para que essa experiência seja completa, é fundamental que você se prepare para ir além do básico, e a comunicação é a ponte que liga o viajante ao destino. 

É por isso que o Berlitz se torna seu parceiro essencial nessa aventura. Nossos cursos de espanhol são desenhados para você aprender o idioma de forma rápida e eficaz, com foco na conversação e na imersão cultural.

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